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Preso da Lava Jato confirma favores a amigos do Lulinha, por ordem de Lula



















Dedo duro é dedurado?!
Veja como é a vida, Lula dedurou amigos e opositores durante o período militar e agora é dedurado. Lembramos ainda que na 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba estão espremendo as moleiras das laranjas do Vaccari, o Barusco, Ceveró, Duque e outros, e vão conseguir muita informação que pode até resultar na prisão de Lula, e quem sabe até servir como meio para a cassação.
Moro pode entrar para a história como o Juiz que prendeu um ex-presidente e abriu caminho para a cassação da presidenta.

A edição de sábado da revista "Veja" afirma que o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, um dos presos na operação Lava Jato, realizou uma reforma em um sítio a pedido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Localizado em Atibaia (SP), o sítio Santa Bárbara, de 150 mil m2, pertence aos empresários Jonas Suassuna e Fernando Bittar -sócios de Fábio Luís da Silva, o Lulinha, filho do ex-presidente.

De acordo com a revista, o ex-presidente costuma pescar na propriedade. Atribuindo as informações a anotações feitas por Pinheiro no Complexo Médico Penal, em Curitiba, a revista afirma que as obras foram realizadas em 2011 e incluíram a reforma completa de duas casas, a construção de um pavilhão e de área para churrasqueira, a ampliação de uma piscina e a instalação de um campo de futebol, além da transformação de um antigo lago em dois tanques de peixe.
Segundo a "Veja", as anotações do empreiteiro seriam o esboço de um possível acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal. Os favores da OAS ao ex-presidente, conforme a revista, incluiriam a incorporação para conclusão de uma obra parada da Bancoop (Cooperativa Habitacional dos Bancários), onde Lula e o tesoureiro afastado do PT João Vaccari Neto são donos de apartamentos.
EMPREGO
O terceiro ponto das anotações mencionadas pela revista teria sido o episódio em que Léo Pinheiro ajudou a conseguir um emprego para João Batista de Oliveira, marido de Rosemary Noronha, ex-chefe da representação da Presidência da República em São Paulo. Amiga íntima de Lula desde os tempos do sindicalismo, Rosemary Noronha perdeu o cargo federal em 2012, logo após a deflagração de uma operação da Polícia Federal para desmontar um suposto esquema de venda de pareceres de órgãos públicos a empresas privadas. Ela foi acusada de tráfico de influência e corrupção passiva. A suposta ação do empreiteiro em favor Oliveira, segundo a "Veja", visava acalmar Rosemary.