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Assim como já havia afirmado sobre o SUS, Lula diz que governo do PT serve de exemplo para o mundo



O jornal baiano A Tarde divulgou entrevista com Lula, em que o ex-presidente falou sobre o período de governo do PT, que já dura 12 anos, e para Lula, continuará com a reeleição de Dilma. O ex-presidente disse que Dilma é a “mais preparada” entre os candidatos para presidir o Brasil. “O Brasil tem no governo do PT uma política de sucesso que serve de exemplo para o mundo. “
Lula fez uma análise do dos 12 anos de governo do PT e segundo ele, não é nem possível comparar o que o PT fez pelo Brasil com o que qualquer outro governo tenha feito.“Eu acho incomparáveis as vantagens obtidas no governo do PT em relação aos outros governos”.
Lula, como maior cabo eleitoral do PT, não poupou elogios ao governo de Dilma, falou de sua experiência no governo, do que classificou como “extraordinária”, e claro, como bom marqueteiro e vendendo o peixe de seu partido, disse que as propostas de Dilma são as melhores para o país. “Acho que a Dilma vai ganhar as eleições porque é a candidata mais preparada, com as melhores propostas para o segundo mandato, e todo mundo sabe que ela tem uma experiência extraordinária em governar o Brasil.”
Continuando em sua análise dos 12 anos de PT no poder, o ex-presidente fez uma síntese das benfeitorias sociais promovidas pelo governo petista.  “De qualquer forma, eu não tenho dúvida nenhuma que os 12 anos de PT nos enchem de orgulho por tudo que foi feito nesse País. Desde o programa Bolsa Família ao Luz Para Todos, desde o Prouni ao Reuni, desde as universidades do Fies aos estudantes à agricultura.”
Ao comentar sobre antigos aliados que decidiram não apoiar a presidenta para reeleição e outros que ainda não decidiram se vão ou não apoiar, Lula mais uma vez enalteceu a sigla, dizendo que é algo natural, uma vez que a base aliada é tão grande e alguns, inclusive, decidem lançar candidatura própria. “Quando você é um governo bem-sucedido como o da presidenta Dilma, e tem aliança com quase todos os partidos, é natural que na época da campanha você tenha divergências pontuais com alguns partidos, alguns tentem ter candidatura própria, como o PSB (que tem o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, como pré-candidato À Presidência). O que é importante a gente ter consciência é que isso faz parte da consolidação do processo democrático no Brasil, que é irreversível.”