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Mais um Brasileiro morto na Indonésia em menos de 4 meses









Rodrigo Gularte Brasileiro, de 42 anos, foi Fuzilado na Ásia na madrugada desta quarta-feira 29/04/15 – horário local, tarde de terça-feira 28/04/15 no horário do Brasil. Ele tinha sido condenado à execução por tráfico de drogas, e a pena foi cumprida por um pelotão que o fuzilou.

Outras  sete pessoas também condenados por tráfico de drogas foram executados. E a única mulher condenada do grupo, que é da  filipina . Mary Jane Veloso teve a sua sentença revogada por mais 15 dias, porque quem a mandou transportar as drogas se entregou a o governo da Indonésia e precisa testemunhar nesta nova investigação do processo, por isso o presidente filipino pediu que o cumprimento da sentença de morte fosse adiada.

Rodrigo Gularte morava no estado do Paraná e foi preso em julho de 2004 depois de tentar entrar na Indonésia com aproximadamente 6,5 quilos de cocaína escondidos em 3  pranchas de surfe. Ele foi condenado à morte em 2005 um ano após sua detenção .
Gularte ja é o segundo brasileiro executado na Ásia só este ano – em janeiro, Marcos Archer de 50 anos, também cumpria pena por tráfico de drogas e foi fuzilado.

O governo brasileiro se manifestou a notícia da execução de Gularte. De acordo com o Itamaraty, a presidente Dilma Rousseff escreveu ao presidente indonésio, Joko Widodo, solicitando a suspensão da morte após revelado o "quadro psiquiátrico" do brasileiro.
O Brasileiro teve o resultado do seu laudo como Doente mental e por varaias e varias vezes os relatórios médicos por todos os período. Duas frotas de Médicos reavaliou o brasileiro a pedido Governo da Asia.

Pessoas próximas do condenado relataram que Gularte passava seus dias na prisão conversando sozinho, com paredes e ouvindo vozes. O Brasileiro ainda tinha seus costumes estranhos, como usar um boné virado para trás, pois dizia que era sua proteção e se recusava a tirá-lo.



Na tarde de terça, Angelita Muxfeldt, prima de Gularte que passou os últimos meses na Indonésia tentando reverter a decisão judicial, esteve com ele por algumas horas. Ela contou que apesar de Gularte ter sido informado sobre a morte iminente no sábado (25), ele ainda acreditava que seria solto. Os delírios que o brasileiro sofria não o permitiam entender claramente o que ocorreria mais tarde.